sexta-feira, 3 de março de 2017

Resenha: "Um coração igual ao de Jesus", de Max Lucado

    Olá, leitores!
   
    Ausentei-me durante alguns dias devido ao retiro espiritual que ocorreu no feriado, porém, estou de volta para contar como foi a leitura que fiz do livro “Um coração igual ao de Jesus”, do Max Lucado. Lembro-lhes que ainda não concluí “Grandes Esperanças”, do Charles Dickens, por ser grande, complexo e por eu ter necessitado mergulhar em um livro cristão durante o mês anterior.

    Bom, “Um coração igual ao de Jesus” é uma obra curta, simples, objetiva, porém, profunda. Recordo-me que o comprei por acaso; não recebi indicação de pessoas que gostam de livros cristãos e nem vi resenhas na rede, no entanto, decidi comprá-lo pois o título chamou minha atenção e eu já havia lido “Deus está no controle”, escrito pelo mesmo autor. A linguagem usada por Max Lucado é de fácil compreensão, adianto-lhes.
   
    “Você e Jesus: tudo a ver?

    Imagine que, por apenas um dia, seu coração fosse igualzinho ao de Jesus. Como você reagiria diante das situações da vida, tanto as complicadas quanto as mais corriqueiras? Quais seriam suas atitudes? Será que tomaria as mesmas decisões? Suas palavras seriam as mesmas que costuma usar? Até que ponto o jeito e o estilo do Filho de Deus combinam com sua maneira de agir?

    Essas são as questões sobre as quais Max Lucado leva o leitor a refletir neste livro. Ele aborda seis aspectos da vida do Mestre ― perdão, devoção, adoração, pureza, exaltação e perseverança ― e incentiva o leitor a transportá-los para a própria experiência. Max mostra que Deus ama e aceita o pecador, mas deseja gerar nele um coração simplesmente igual ao de Jesus.”

    Após mostrar-lhes a sinopse, decidi falar alguns pensamentos que tive enquanto estava fazendo a leitura. Primeiro, percebi que que o autor aborda temas do dia a dia cristão em que deixamos de agir como o Mestre agiria. Por exemplo, uma das partes que mais tocou-me foi quando ele falou sobre como Jesus adorava, sobre a preparação interna que existia. Confesso que antes de ter acesso a obra já havia percebido a grande diferença que existe em prepararmos o nosso coração para irmos ao templo ouvir a Palavra e entregar nossa oferta de louvor ao Pai. Ficamos sensíveis ao agir de Deus, a voz do Criador.

    Segundo, no capítulo cinco, deparei-me com o título “A estufa da mente” e, a princípio, não entendi o que aquilo significava. Todavia, ao encará-lo, encontrei grandes verdades diárias e referências bíblicas que confirmavam o que estava sendo exposto pelo autor. Um dos exemplos usados nessa parte da obra é o fato de termos uma mente parecida com uma estufa, onde desejamos as sementes e as plantamos e, assim, esperamos a colheita. E então, o que você tem colhido? Você escolheu as “sementes” certas? Precisamos selecionar nossos pensamentos ou teremos uma vida irregular e com frustrações desnecessárias.

    Max também comenta sobre a alegria que há no céu quando um pecador se arrepende e sobre a grande responsabilidade que está sobre nós. Devemos propagar o Evangelho, anunciá-lo com bravura. “Portanto, estejam com a mente preparada, prontos para agir; estejam alertas e coloquem toda a esperança na graça que lhes será dada quando Jesus Cristo for revelado.” - 1 Pedro 1:13

    Não prometo que teremos uma resenha sobre o livro “Esperança viva”, do pastor Ivan Saraiva, mas tudo indica que o lerei esse mês. É uma obra curta, porém, envolve temas complexos. Desejo terminar “Grandes Esperanças” o quanto antes pois estou curiosa para saber qual será o final de Pip e se, de fato, Estella terá seu coração modificado.

    Obrigada pela leitura e visita! Deixe seu comentário com indicações de livros.
    Deus te abençoe!
    Jesus te ama!